Podemos dizer que entramos no jogo a perder, após uma entrada sobre o nosso lado direito que valeu o primeiro golo do nosso adversário. De salientar que, ao contrário do que a imprensa menciona, a bola não foge por entre as mãos do nosso Guarda-Redes, mas este estirou-se tentando afastar a bola para canto (só com a palma de uma mão) tocando nesta mas sem conseguir evitar o golo adversário. Fica este, justo, registo pois a leitura feita pelo repórter a este lance não está correcta.
Na verdade este lance não nos fez acordar para o jogo, acabando mesmo pelo adversário chegar ao segundo tento, através de uma grande penalidade (infantilmente originada) justa, que nos levaria para o intervalo com uma desvantagem de dois golos.
Em cima dos 45 minutos, aconteceu o que de pior se conseguiu trazer do Porto Moniz. O nosso avançado César ao disputar uma bola de cabeça, conforme acenta no chão e devido à queda de um adversário sobre as suas pernas, acaba por fracturar o tornozelo do pé esquerdo.
Nada poderia ser pior, a partir deste momento, pois infelizmente são coisas que não estão nos planos de ninguém . . . mas, voltando ao jogo e desta forma à segunda parte, tudo foi diferente e até poderiamos ter trazido os três pontos em jogo.
Nestes segundos 45 minutos, só houve Canicense, sendo o inevitável Bruno Câmara a "bisar", empatando a contenda . . . mas, sem mais tempo para dar a volta ao resultado.
Da mesma forma que saimos na segunda volta com um empate no campo deste adversário, com um sabor amargo de boca, acabamos por repetir pouco tempo depois a divisão de pontos com o mesmo sabor.
O nosso Guarda-Redes, nada pode fazer em relação aos golos sofridos, para além do esforço demonstrado no primeiro golo e o segundo tento sofrido ter sido de grande penalidade. Ingratamente pouco mais se lhe apresentou de dificuldades apresentando-se bastante concentrado em dois ou três lances ainda durante a primeira parte, visto que na segunda parte foi um mero espectador.
Iniciou esta partida incomodado com a coxa da perna direita, sem que isso o tenha impossibilitado de realizar este desafio. Veremos o desenrolar desta situação nos próximos dias.
__________IMPRENSA__________
Edição do Diário de Notícias/ Desporto / 2010-04-04

Edição do Jornal da Madeira/ Desporto / 2010-04-04
Deixo aqui um pequeno apontamento, que deveremos ter em atenção em casos futuros.
Independentemente de ser obrigatório ou não, de se sentir dificuldades financeiras ou não, deveríamos ser mais racionais e por uma questão a qual não sei que adjectivo aplicar . . . deveria existir os meios correctos para se proceder (rapidamente) ao transporte de um atleta lesionado, neste caso concreto (ou qualquer outra pessoa, por qualquer outro motivo), para ser assistido nos locais exactos, devidamente. O que aconteceu foi exactamente o contrário, pois a ambulância demorou mais de meia hora a chegar ao local, por não se encontrar no local para poder dar resposta imediata em casos como este.
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