segunda-feira, 26 de abril de 2010
Cruzado Canicense - 3 Machico - 1
Chegar ao 1º lugar de forma exemplar, foi o que esta equipa acabou por fazer.
Pelo que foi feiro desde o inicio do jogo até ao apito final do árbitro, ninguém poderá por em causa a justiça do resultado neste jogo.
Na primeira parte não fomos perfeitos porque acabamos por sofrer um golo, de resto tudo foi feito da melhor maneira.
Iniciamos o jogo com a plena responsabilidade que nos cabia para sair com um resultado satisfatório, sabíamos de ante mão que o adversário tinha um colectivo muito forte e com um bom futebol . . . exemplo disso foi o pequeno erro cometido e ficamos em desvantagem a partir dos 22 minutos. Mas para quem entra como entramos para este jogo, somente esperávamos sair para o intervalo com o uma viragem no marcador e assim foi.
Aos 42 minutos, após uma jogada individual no nosso médio, Roberto (nº20), deixando dois adversários para trás coloca a bola no poste mais distante conseguindo um golo de belo efeito. Passados dois minutos, a volta ao resultado seria dada através de uma grande penalidade bem assinalada, após uma mão na bola (ficando o nosso adversário por ver a respectiva cartolina vermelha, ficando somente pela amarela).
Se a grande penalidade foi bem assinalada a marcação desta, por parte do Artur (nº9) não ficou atrás colocando a bola no lado oposto do Guarda-Redes adversário, restabelecendo assim a reviravolta no resultado e alguma justiça ainda antes do intervalo.
A segunda parte foi jogada ao mesmo ritmo (alto) da primeira, ficando restabelecido o resultado final somente nos descontos finais dados pelo árbitro, através de uma bola que sobra na grande área (após uma falta, que daria origem a uma grande penalidade, cometida pelo Guarda-Redes Luis Miguel) devido ao árbitro ter dado a "lei da vantagem". . .
Ica, esteve presente (e bem) sempre que foi chamado a intervir, tendo algum trabalho nas bolas paradas (muitas faltas foram (mal) marcadas). De salientar um livre sobre o seu lado esquerdo, em que consegue defender com algum esforço pois a bola foi muito bem colocada.
No lance do golo, talvez, um pouco mais de rapidez poderia ter criado alguma atrapalhação ao adversário, mas nem ele estava à espera da falha dos seus defensores naquela bola.
Pelo que foi feiro desde o inicio do jogo até ao apito final do árbitro, ninguém poderá por em causa a justiça do resultado neste jogo.
Na primeira parte não fomos perfeitos porque acabamos por sofrer um golo, de resto tudo foi feito da melhor maneira.
Iniciamos o jogo com a plena responsabilidade que nos cabia para sair com um resultado satisfatório, sabíamos de ante mão que o adversário tinha um colectivo muito forte e com um bom futebol . . . exemplo disso foi o pequeno erro cometido e ficamos em desvantagem a partir dos 22 minutos. Mas para quem entra como entramos para este jogo, somente esperávamos sair para o intervalo com o uma viragem no marcador e assim foi.
Aos 42 minutos, após uma jogada individual no nosso médio, Roberto (nº20), deixando dois adversários para trás coloca a bola no poste mais distante conseguindo um golo de belo efeito. Passados dois minutos, a volta ao resultado seria dada através de uma grande penalidade bem assinalada, após uma mão na bola (ficando o nosso adversário por ver a respectiva cartolina vermelha, ficando somente pela amarela).
Se a grande penalidade foi bem assinalada a marcação desta, por parte do Artur (nº9) não ficou atrás colocando a bola no lado oposto do Guarda-Redes adversário, restabelecendo assim a reviravolta no resultado e alguma justiça ainda antes do intervalo.
A segunda parte foi jogada ao mesmo ritmo (alto) da primeira, ficando restabelecido o resultado final somente nos descontos finais dados pelo árbitro, através de uma bola que sobra na grande área (após uma falta, que daria origem a uma grande penalidade, cometida pelo Guarda-Redes Luis Miguel) devido ao árbitro ter dado a "lei da vantagem". . .
Ica, esteve presente (e bem) sempre que foi chamado a intervir, tendo algum trabalho nas bolas paradas (muitas faltas foram (mal) marcadas). De salientar um livre sobre o seu lado esquerdo, em que consegue defender com algum esforço pois a bola foi muito bem colocada.
No lance do golo, talvez, um pouco mais de rapidez poderia ter criado alguma atrapalhação ao adversário, mas nem ele estava à espera da falha dos seus defensores naquela bola.
__________IMPRENSA__________
Edição do Diário de Notícias/ Desporto / 2010-04-26

Edição do Jornal da Madeira/ Desporto / 2010-04-26
" A Trapalhança " Machico 24 de Abril de 2010
Conforme tinha anunciado anteriormente, estivemos presentes neste evento acompanhados de três equipas, as quais obtiveram resultados satisfatórios.
Começando pelos mais novinhos, nascidos em 2001, após duas jornadas iniciais vitoriosas as duas seguintes não foram tão produtivas, averbando duas derrotas. Desta forma acabaram-se por contentar com um honroso segundo lugar no grupo.
No que diz respeito ao escalão intermédio, para além de terem praticado um futebol de procura constante da baliza contrária, criando até uma quantidade elevada de oportunidades de golo, acabaram por não "facturar" assim tantos como isso (7 golos marcados) e terem de se contentar com a terceira posição. Aplica-se o termo "contentar" não porque, os resultados ou classificação tenha peso neste tipo de eventos, mas sim pela entrega de todos eles de uma forma alegre e é claro pela qualidade que se pode ver em certos atletas.
Falando agora do escalão dos mais crescidos, nascidos em 1999, após uma jornada inicial muito fraca (derrota por 5-0 com o Nacional) acabaram por colocar um sorriso na face nos restantes três jogos, onde averbaram outras tantas vitórias.
No final das quatro jornadas, ocuparam o segundo lugar do grupo A2, saindo vencedora a equipa do Nacional da Madeira com mais um ponto.
Aqui ficam os resultados, das nossas equipas em cada escalão.
Faixa Etária 2001
Santacruzense - 1 Canicense - 3
Camacha - 0 Canicense - 1
Machico B - 7 Canicense - 0
Machico A - 3 Canicense - 2
1º Lugar - Machico B 12 pontos
2º Lugar - Canicense 6 pontos
Faixa Etária 2000
Santacruzense - 0 Canicense - 0
Juventude Gaula - 0 Canicense - 1
Machico B - 3 Canicense - 2
Machico A - 0 Canicense - 4
1º Lugar - Machico B 10 pontos
2º Lugar - Santacruzense 8 pontos
3º Lugar - Canicense 7 pontos
Faixa Etária 1999 - Grupo A2
Canicense - 0 Nacional - 5
Santacruzense - 2 Canicense - 5
Canicense - 5 Caniçal - 1
Canicense - 6 Porto da Cruz - 1
1º Lugar - Nacional 10 pontos
2º Lugar - Canicense 9 pontos
No outro grupo desta faixa etária saiu vencedora, a equipa da A. D. da Camacha com um total de 9 pontos, ficando nos outros lugares a equipa da Juventude de Gaula e Machico, em segundo e terceiro lugar, respectivamente.
Como sempre, aqui fico a aguradar os registos fotográficos dos pais dos nossos atletas para abrilhantar este evento.
Preparem-se, a próxima "Trapalhança" está para breve!
Entretanto saboreiem as fotos desta ...
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Trapalhança em Machico 24 de Abril de 2010
Mais uma festa do futebol para os mais pequenos, desta vez no Campo Tristão Vaz, em Machico.
Tem lugar neste recinto, as conhecidas "Trapalhanças" em que o G. R. Cruzado Canicense irá apresentar três equipas nos diferentes escalões (1999/2000/2001).
Tem lugar neste recinto, as conhecidas "Trapalhanças" em que o G. R. Cruzado Canicense irá apresentar três equipas nos diferentes escalões (1999/2000/2001).
2ª FASE MANUTENÇÃO - 4ª Jornada - III Divisão Nacional - Série Madeira
segunda-feira, 19 de abril de 2010
C.F. União - 1 Cruzado Canicense - 2
Quando dispomos em campo o que sabemos fazer, tudo parece ser mais fácil.
Demonstramos durante grande parte do primeiro tempo o que sabemos fazer, circulação de bola de forma segura e rápida transitando para o ataque sempre de foram apoiada. Conseguimos manter os nossos sectores sempre juntos, demonstrando uma confiança exemplar em cada movimento atacante e defensivo.
Desta forma até parecia que o adversário estava um pouco perdido, de vez em quando optando por limpar as jogadas de qualquer forma, causando várias faltas.
Exemplo disso foi a falta cometida a meio do meio campo do nosso adversário que originou o primeiro golo. O livre é batido de forma forte e colocada (por Artur Oliveira, aos 33 minutos), não dando qualquer hipótese ao Guarda-Redes adversário, de suster este remate.
Estava feito o um a zero, e desta forma colocava alguma justiça no resultado, no que até então, tínhamos feito em campo.
Inconscientemente demos algum espaço ao adversário, não percebemos bem porquê, pois mesmo assim não criaram problemas de maior, obrigando uma ou outra vez o nosso Guarda-Redes Ica de sair dos postes afim de interceptar algumas bolas bombeadas para a nossa área.
Iniciamos a segunda parte da mesma forma que tínhamos feito na primeira e voltamos a marcar passados 3 minutos, através de uma bola desviada pelo Guarda-Redes adversário para o segundo poste, onde estava o Eusébio que encostou para o fundo das redes sem qualquer oposição.
A partir daí sabíamos que o União iria usar tudo e mais alguma coisa para poder dar a volta ao resultado, mas conforme nos parecia . . . neste jogo nada nos poderia retirar os três pontos. Não digo isto porque os três pontos já estão deste lado, mas foi realmente o que esperávamos quando entramos em campo e como tal assim o fizemos desde o apito inicial do árbitro.
Desta forma as alterações feitas pelo adversário foram todas direccionadas para o ataque, continuando a praticar um futebol com bastante profundidade e obrigando os nossos defensores a estarem muito mais em jogo e atentos.
Acabam por reduzir a desvantagem, de uma forma infeliz (para o nosso Guarda-Redes) que vê uma bola batida de longe, em que estira-se mas não chega, acabando esta por bater e ser devolvida pelo poste, ressaltando nas suas costas e entrar na baliza.
A partir do golo adversário manteve-se a mesma toada de jogo e até criamos uma ou outra boa hipótese de aumentar o resultado, podendo enumerar uma bola cabeceada pelo nosso avançado Bruno Câmara que de tão bem colucada passou a rasar o poste contrário, quando este já tinha o Guarda-Redes e defesa fora da jogada.
A concentração, entrega e união transformão-se nestes resultados . . .
Para além da infelicidade do golo, o Ica esteve bastante seguro, ultrapassando a dor que o incomodava (na coxa direita). O trabalho que se lhe deparou foi geralmente fora dos postes, alinhando pela mesma bitola da sua defesa . . . onde na segunda parte estiveram mais em jogo e sempre atentos.

Edição do Diário de Notícias/ Desporto / 2010-04-19

Edição do Jornal da Madeira/ Desporto / 2010-04-19
Demonstramos durante grande parte do primeiro tempo o que sabemos fazer, circulação de bola de forma segura e rápida transitando para o ataque sempre de foram apoiada. Conseguimos manter os nossos sectores sempre juntos, demonstrando uma confiança exemplar em cada movimento atacante e defensivo.
Desta forma até parecia que o adversário estava um pouco perdido, de vez em quando optando por limpar as jogadas de qualquer forma, causando várias faltas.
Exemplo disso foi a falta cometida a meio do meio campo do nosso adversário que originou o primeiro golo. O livre é batido de forma forte e colocada (por Artur Oliveira, aos 33 minutos), não dando qualquer hipótese ao Guarda-Redes adversário, de suster este remate.
Estava feito o um a zero, e desta forma colocava alguma justiça no resultado, no que até então, tínhamos feito em campo.
Inconscientemente demos algum espaço ao adversário, não percebemos bem porquê, pois mesmo assim não criaram problemas de maior, obrigando uma ou outra vez o nosso Guarda-Redes Ica de sair dos postes afim de interceptar algumas bolas bombeadas para a nossa área.
Iniciamos a segunda parte da mesma forma que tínhamos feito na primeira e voltamos a marcar passados 3 minutos, através de uma bola desviada pelo Guarda-Redes adversário para o segundo poste, onde estava o Eusébio que encostou para o fundo das redes sem qualquer oposição.
A partir daí sabíamos que o União iria usar tudo e mais alguma coisa para poder dar a volta ao resultado, mas conforme nos parecia . . . neste jogo nada nos poderia retirar os três pontos. Não digo isto porque os três pontos já estão deste lado, mas foi realmente o que esperávamos quando entramos em campo e como tal assim o fizemos desde o apito inicial do árbitro.
Desta forma as alterações feitas pelo adversário foram todas direccionadas para o ataque, continuando a praticar um futebol com bastante profundidade e obrigando os nossos defensores a estarem muito mais em jogo e atentos.
Acabam por reduzir a desvantagem, de uma forma infeliz (para o nosso Guarda-Redes) que vê uma bola batida de longe, em que estira-se mas não chega, acabando esta por bater e ser devolvida pelo poste, ressaltando nas suas costas e entrar na baliza.
A partir do golo adversário manteve-se a mesma toada de jogo e até criamos uma ou outra boa hipótese de aumentar o resultado, podendo enumerar uma bola cabeceada pelo nosso avançado Bruno Câmara que de tão bem colucada passou a rasar o poste contrário, quando este já tinha o Guarda-Redes e defesa fora da jogada.
A concentração, entrega e união transformão-se nestes resultados . . .
Para além da infelicidade do golo, o Ica esteve bastante seguro, ultrapassando a dor que o incomodava (na coxa direita). O trabalho que se lhe deparou foi geralmente fora dos postes, alinhando pela mesma bitola da sua defesa . . . onde na segunda parte estiveram mais em jogo e sempre atentos.
__________IMPRENSA__________
Edição do Diário de Notícias/ Desporto / 2010-04-19

Edição do Jornal da Madeira/ Desporto / 2010-04-19
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Cruzado Canicense - 0 1º de Maio - 0
Blá, blá, blá, blá . . . e mais um empate.
Num jogo que tudo fizemos para ficar com os três pontos, acabamos os 94 minutos para, somente, conseguir um ponto.
Se bem que a partida foi equilibrada na primeira parte, nem sempre muito bem jogada, a segunda parte o pendor ofensivo foi totalmente da nossa parte, em que o adversário numa ou noutra bola ganha tentou o contra ataque.
A existir um vencedor, sem dúvida teria de ser o Cruzado Canicense por tudo o que tentou construir durante este jogo.
Devido aos problemas físicos que vêm a apoquentar desde a última jornada, o nosso Guarda-Redes Ica foi substituído pelo Ricardo (Careca). Ainda efectuou o aquecimento mas, conforme este confirmou, ainda não estaria a 100% para jogar.
Sem qualquer dúvida e sabendo das verdadeiras capacidades do nosso número 12, assumiu este o seu lugar entre os postes, onde esteve bastante bem.
Aplicou-se durante os primeiros 45 minutos e isto porque no segundo período o maior trabalho que teve foi bater os livres referentes aos fora de jogo assinalados contra a equipa adversária ou uma ou outra falta no nosso meio campo.
Mostrou trabalho numa bola colocada sobre o seu poste do lado esquerdo segurando um remate forte e rasteiro com marca de golo, como também, através de uma intervenção sobre a linha limite da grande área ao sair a punhos, devido ao incómodo criado por um adversário. Como sempre na reposição de bolas em jogo e como é seu apanágio, esteve exemplar.

Edição do Diário de Notícias/ Desporto / 2010-04-12

Edição do Jornal da Madeira/ Desporto / 2010-04-12
Num jogo que tudo fizemos para ficar com os três pontos, acabamos os 94 minutos para, somente, conseguir um ponto.
Se bem que a partida foi equilibrada na primeira parte, nem sempre muito bem jogada, a segunda parte o pendor ofensivo foi totalmente da nossa parte, em que o adversário numa ou noutra bola ganha tentou o contra ataque.
A existir um vencedor, sem dúvida teria de ser o Cruzado Canicense por tudo o que tentou construir durante este jogo.
Devido aos problemas físicos que vêm a apoquentar desde a última jornada, o nosso Guarda-Redes Ica foi substituído pelo Ricardo (Careca). Ainda efectuou o aquecimento mas, conforme este confirmou, ainda não estaria a 100% para jogar.
Sem qualquer dúvida e sabendo das verdadeiras capacidades do nosso número 12, assumiu este o seu lugar entre os postes, onde esteve bastante bem.
Aplicou-se durante os primeiros 45 minutos e isto porque no segundo período o maior trabalho que teve foi bater os livres referentes aos fora de jogo assinalados contra a equipa adversária ou uma ou outra falta no nosso meio campo.
Mostrou trabalho numa bola colocada sobre o seu poste do lado esquerdo segurando um remate forte e rasteiro com marca de golo, como também, através de uma intervenção sobre a linha limite da grande área ao sair a punhos, devido ao incómodo criado por um adversário. Como sempre na reposição de bolas em jogo e como é seu apanágio, esteve exemplar.
__________IMPRENSA__________
Edição do Diário de Notícias/ Desporto / 2010-04-12

Edição do Jornal da Madeira/ Desporto / 2010-04-12
Porto Moniz - 2 Cruzado Canicense - 2
Após uma primeira parte, muito pobre, valeu o despertar na segunda parte.
Podemos dizer que entramos no jogo a perder, após uma entrada sobre o nosso lado direito que valeu o primeiro golo do nosso adversário. De salientar que, ao contrário do que a imprensa menciona, a bola não foge por entre as mãos do nosso Guarda-Redes, mas este estirou-se tentando afastar a bola para canto (só com a palma de uma mão) tocando nesta mas sem conseguir evitar o golo adversário. Fica este, justo, registo pois a leitura feita pelo repórter a este lance não está correcta.
Na verdade este lance não nos fez acordar para o jogo, acabando mesmo pelo adversário chegar ao segundo tento, através de uma grande penalidade (infantilmente originada) justa, que nos levaria para o intervalo com uma desvantagem de dois golos.
Em cima dos 45 minutos, aconteceu o que de pior se conseguiu trazer do Porto Moniz. O nosso avançado César ao disputar uma bola de cabeça, conforme acenta no chão e devido à queda de um adversário sobre as suas pernas, acaba por fracturar o tornozelo do pé esquerdo.
Nada poderia ser pior, a partir deste momento, pois infelizmente são coisas que não estão nos planos de ninguém . . . mas, voltando ao jogo e desta forma à segunda parte, tudo foi diferente e até poderiamos ter trazido os três pontos em jogo.
Nestes segundos 45 minutos, só houve Canicense, sendo o inevitável Bruno Câmara a "bisar", empatando a contenda . . . mas, sem mais tempo para dar a volta ao resultado.
Da mesma forma que saimos na segunda volta com um empate no campo deste adversário, com um sabor amargo de boca, acabamos por repetir pouco tempo depois a divisão de pontos com o mesmo sabor.
O nosso Guarda-Redes, nada pode fazer em relação aos golos sofridos, para além do esforço demonstrado no primeiro golo e o segundo tento sofrido ter sido de grande penalidade. Ingratamente pouco mais se lhe apresentou de dificuldades apresentando-se bastante concentrado em dois ou três lances ainda durante a primeira parte, visto que na segunda parte foi um mero espectador.
Iniciou esta partida incomodado com a coxa da perna direita, sem que isso o tenha impossibilitado de realizar este desafio. Veremos o desenrolar desta situação nos próximos dias.

Edição do Diário de Notícias/ Desporto / 2010-04-04

Edição do Jornal da Madeira/ Desporto / 2010-04-04
Deixo aqui um pequeno apontamento, que deveremos ter em atenção em casos futuros.
Independentemente de ser obrigatório ou não, de se sentir dificuldades financeiras ou não, deveríamos ser mais racionais e por uma questão a qual não sei que adjectivo aplicar . . . deveria existir os meios correctos para se proceder (rapidamente) ao transporte de um atleta lesionado, neste caso concreto (ou qualquer outra pessoa, por qualquer outro motivo), para ser assistido nos locais exactos, devidamente. O que aconteceu foi exactamente o contrário, pois a ambulância demorou mais de meia hora a chegar ao local, por não se encontrar no local para poder dar resposta imediata em casos como este.
Podemos dizer que entramos no jogo a perder, após uma entrada sobre o nosso lado direito que valeu o primeiro golo do nosso adversário. De salientar que, ao contrário do que a imprensa menciona, a bola não foge por entre as mãos do nosso Guarda-Redes, mas este estirou-se tentando afastar a bola para canto (só com a palma de uma mão) tocando nesta mas sem conseguir evitar o golo adversário. Fica este, justo, registo pois a leitura feita pelo repórter a este lance não está correcta.
Na verdade este lance não nos fez acordar para o jogo, acabando mesmo pelo adversário chegar ao segundo tento, através de uma grande penalidade (infantilmente originada) justa, que nos levaria para o intervalo com uma desvantagem de dois golos.
Em cima dos 45 minutos, aconteceu o que de pior se conseguiu trazer do Porto Moniz. O nosso avançado César ao disputar uma bola de cabeça, conforme acenta no chão e devido à queda de um adversário sobre as suas pernas, acaba por fracturar o tornozelo do pé esquerdo.
Nada poderia ser pior, a partir deste momento, pois infelizmente são coisas que não estão nos planos de ninguém . . . mas, voltando ao jogo e desta forma à segunda parte, tudo foi diferente e até poderiamos ter trazido os três pontos em jogo.
Nestes segundos 45 minutos, só houve Canicense, sendo o inevitável Bruno Câmara a "bisar", empatando a contenda . . . mas, sem mais tempo para dar a volta ao resultado.
Da mesma forma que saimos na segunda volta com um empate no campo deste adversário, com um sabor amargo de boca, acabamos por repetir pouco tempo depois a divisão de pontos com o mesmo sabor.
O nosso Guarda-Redes, nada pode fazer em relação aos golos sofridos, para além do esforço demonstrado no primeiro golo e o segundo tento sofrido ter sido de grande penalidade. Ingratamente pouco mais se lhe apresentou de dificuldades apresentando-se bastante concentrado em dois ou três lances ainda durante a primeira parte, visto que na segunda parte foi um mero espectador.
Iniciou esta partida incomodado com a coxa da perna direita, sem que isso o tenha impossibilitado de realizar este desafio. Veremos o desenrolar desta situação nos próximos dias.
__________IMPRENSA__________
Edição do Diário de Notícias/ Desporto / 2010-04-04

Edição do Jornal da Madeira/ Desporto / 2010-04-04
Deixo aqui um pequeno apontamento, que deveremos ter em atenção em casos futuros.
Independentemente de ser obrigatório ou não, de se sentir dificuldades financeiras ou não, deveríamos ser mais racionais e por uma questão a qual não sei que adjectivo aplicar . . . deveria existir os meios correctos para se proceder (rapidamente) ao transporte de um atleta lesionado, neste caso concreto (ou qualquer outra pessoa, por qualquer outro motivo), para ser assistido nos locais exactos, devidamente. O que aconteceu foi exactamente o contrário, pois a ambulância demorou mais de meia hora a chegar ao local, por não se encontrar no local para poder dar resposta imediata em casos como este.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
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