Hoje tinha-mos pela frente a equipa da A. D. da Camacha e da Juventude Atlântico, equipas estas com um peso diferente das que encontramos no primeiro dia de competição, mas sem com isso nos deixarem de preocupar. Notamos nos atletas alguma ansiedade para começarem os jogos, pois sentiram que no dia anterior poderiam ter conseguido outros resultados, se conseguissem manter algum equilíbrio na transição da defesa para o ataque e a maior concentração possível no jogo independentemente do resultado.
Iniciamos a partida com a Camacha, demonstrando alguma rapidez na transição da defesa para o ataque conseguindo criar alguns embaraços à defensiva contrária conseguindo chegar com alguma facilidade ao primeiro golo.
O adversário consegui equilibrara o jogo, acertando as suas marcações a meio do terreno, obrigando a que a bola fosse mais jogada pelas laterais, a partir de certa altura começamos a demonstrar alguma ansiedade em resolver o jogo e acabou . . . por ser parte do nosso inimigo, pois chegávamos ao final dos 30 minutos com uma derrota por 3-2.
Durante este jogo, sentimos alguma precipitação por parte de alguns dos nossos atletas, e alguma responsabilidade acrescida, por perceberem que este adversário estava totalmente ao nosso alcance. As alterações que foram feitas não trouxeram nada de novo, pois o espírito dos elementos dentro e fora de campo parecia ser o mesmo, por muito que fossem incentivados a se libertarem e jogarem.
Após um longo descanso dentro do balneário, onde aproveitaram para comer restabelecer forças e relaxar . . . acabando por entre eles perceberem o que poderiam ter feito em conjunto deixando de parte todo o nervosismo colocado em campo, só restava um jogo e seria inevitável . . . tinham de ganhar!
O segundo jogo do dia seria contra a fragilizada equipa da Juventude Atlântico, que vinha de três derrotas, querendo aproveitar para remar contra a maré obtendo a vitória contra nós.
Se copiar o que inicialmente disse nos outros jogos, não iria errar muito, pois . . . começamos com uma pressão bastante alta, criamos muito boas oportunidades de golo, mas . . . nada! Quando o nosso adversário consegue chegar à nossa baliza, pela primeira vez, faz golo.
Desta vez, parece que o descanso foi positivo (não por este golo sofrido), mas pela reacção que a equipa teve, empatou de seguida, deu a volta ao resultado e ainda na primeira parte conseguiria alargar a distância no marcador.
A segunda parte foi muito mais tranquila, acabando por nos dar oportunidade a rodar os jogadores dando algum descanso pois alguns deles já demonstravam alguma fadiga devido aos jogos anteriores. O resultado final fixava-se nos 4-1, dando assim a única vitória até ao momento nesta competição.
Na matemática dos pontos e classificação no grupo, iríamos nos apresentar no dia seguinte para disputar o 7º e 8º lugar na classificação geral.
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