Só um ponto!
Pois é, foi o que conseguimos trazer do campo do Porto da Cruz independentemente de tudo termos feito para alterar os acontecimentos.
Podemos dizer que entramos a perder, isto porque, aos 3 minutos de jogo é assinalada uma grande penalidade contra nós (bem assinalada, convém dizer), colocando-se assim na liderança do jogo, sem nada ter feito por isso.
Sabíamos que este adversário seria dos mais complicados a jogar em casa, quanto mais conseguindo "facturar" logo no inicio. Pois bem, os trabalhos seriam redobrados e mostramos durante todo o encontro que deveríamos sair daqui com os três pontos em disputa.
Por duas vezes o Guarda-Redes adversário se impôs conseguindo manter as suas redes invioláveis, outras oportunidades saíram sem atingir a baliza e acabamos mesmo, através de um excelente cabeceamento do nosso avançado Bruno Câmara fazer com que a bola fosse devolvida pela barra da baliza defendida pelo número um, Adriano.
Saiamos para o intervalo em desvantagem, mas com plena consciência que o resultado final iria ser alterado.
A segunda parte, seria jogada, com o mesmo vigor ficando muitas mais oportunidades por concretizar. Numa destas oportunidades acabamos por chegar ao golo do empate, após alguns ressaltos na pequena área, em que Ludgero (nº13) acaba por encostar para o fundo das redes.
Se até agora só dava Canicense, pois bem, continuava a carga sobre o adversário pois ainda existia muito tempo para jogar.
De realçar um lance dentro da grande área do nosso adversário em que o Guarda-Redes salta com um dos nossos avançados e não conseguindo segurar esta (pois nem sequer chegou à bola) que sobra para o Ludgero dando a hipótese a este bisar, mas . . . o árbitro anulou o golo por alegada falta do nosso avançado sobre o guardião contrário.
Como mencionei, a grande penalidade marcada contra nós foi acertada, agora durante todo o encontro foram criadas várias situações devido à fraca qualidade da equipa de arbitragem, acabando por criar alguns atritos entre jogadores que poderiam ter sido evitados.
Mas só podemos nos culpar a nós próprios, pois perante todas as oportunidades criadas tínhamos obrigação de aumentar o marcador, saindo daqui com os três pontos em disputa.
Ica, o nosso número um, apresentou-se bastante concentrado tendo um ou outra vez de se aplicar sem ter tido muito trabalho durante os 93 minutos de jogo. De salientar um lance na primeira parte em que desvia uma bola muito bem colocada após uma incursão do avançado adversário pelo seu lado direito, aparecendo na cara do golo sem conseguir atingir o seu objectivo. Não evitou o golo adversário na conversão da grande penalidade, coisa que já tinha conseguido na primeira volta da primeira fase, não manchando por isso o seu desempenho nesta jornada.
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