segunda-feira, 22 de março de 2010

Cruzado Canicense - 3 Porto da Cruz - 2

Tudo poderia ser mais fácil . . . sem qualquer sombra de dúvida!

Estivemos perante o pior jogo, do Cruzado Canicense, desta época.

O nosso adversário é claro que teve uma palavra a dizer, dificultou o máximo possível e nós entramos num jogo, do estilo "mais tarde ou mais cedo vamos marcar, deixa andar", pois bem o que aconteceu foi termos de dar a volta por duas vezes ao marcador.

Aos 34 minutos sofremos o 0-1, através de uma grande penalidade (bem assinalada), conseguimos chegar ao empate, cinco minutos depois, da mesma forma pelo nosso médio Artur (nº9). Nesta primeira parte pouco mais houve a dizer, pois parece que ainda não estávamos por ali.

No reatar do encontro, sofremos o 1-2 (aos 47 minutos) e então a partir dai sim, começamos a aparecer no jogo, muito mais disponíveis para dar a volta ao resultado. Notou-se da parte do nosso adversário uma quebra física após sofrer o nosso golo do empate, aos 72 minutos, por parte do nosso central João Fidalgo (nº29) e a partir dai só mesmo em contra ataque a equipa adversária tentava nos causar problemas. De salientar a excelente prestação de todos os elementos durante a segunda parte, pois foram efectuadas bastantes alterações do sector defensivo e conseguimos manter uma serenidade exemplar conseguindo colocar toda a pressão no meio campo contrário.
Para premiar toda esta disponibilidade (da segunda parte), chegamos através de um futebol apoiado e com a bola no pé ao tento que nos daria os três pontos, aos 83 minutos pelo avançado Dino (nº21), após uma jogada de entendimento entre o avançado Bruno Câmara e este, em que permite livre de marcação colocar a bola no fundo da baliza através de um remate (mais em jeito que em força) fora de área.
Ficava assim o jogo sentenciado, lamentando a expulsão do nosso médio Artur (por acumulação de amarelos) aos 89 minutos.

Por fim e como sempre, em relação ao nosso Guarda-Redes Ica, esteve bem os lances em que foi chamado a intervir, por pouco não defendeu a grande penalidade e no segundo golo nada poderia ter feito, pois a bola estava fora do seu alcance.
Nas reposições e um pouco devido ao desenrolar do resultado mostrou-se um pouco precipitado, beneficiando sempre da distribuição com a mão para os seus laterais.

Resumindo, que estes 94 minutos nos sirvam de exemplo para futuros jogos.

__________IMPRENSA__________


Edão do Diário de Notícias/ Desporto / 2010-03-22



Edição do Jornal da Madeira/ Desporto / 2010-03-22

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